Conheça a história da Fundação Rockefeller

Imagine uma família, com pai, filho e netos que carregam o mesmo sobrenome, junto a ele muito dinheiro e uma vontade enorme de ajudar…


Imagine uma família, com pai, filho e netos que carregam o mesmo sobrenome, junto a ele muito dinheiro e uma vontade enorme de ajudar a quem precisa.

Essas eram algumas das características que os fundadores e colaboradores da família Rockefeller possuíam e foi o que os impulsionaram a construir obras sociais e investir em ações de cunho filantrópico.

Todo o empreendimento surgiu a partir de um simples comércio gerido pelo John D. Rockefeller, logo se tornou um negócio familiar passado de pai para filho.

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Foto: depositphotos

 

Após a morte do comerciante, o seu filho John D. Rockefeller Jr. comandou o legado do pai, esse último já foi sucedido pelo seu próprio filho Rockefeller III.

Em todos os períodos, a família conseguiu gerar riquezas e desenvolver atividades com o objetivo de ajudar a sociedade.

O início da dinastia Rockefeller

Toda a fortuna e as ações filantrópicas desenvolvidas por essa família começou com o comerciante John D. Rockefeller (1839-1937).

Estabelecido em Cleveland, era um homem visionário e soube compreender o futuro econômico do petróleo da Pensilvânia, onde instalou uma refinaria no ano de 1863.

Em 1870, o crescimento acelerado do negócio fez com que o pequeno empreendedor se associasse a outros empresários, formando a Standard Oil Company de Ohio.

Em pouco tempo, a empresa comprou as refinarias dos concorrentes da região, adquiriu oleodutos e conseguiu vantagens tarifárias de transportes.

A Standard Oil logo deteve o monopólio virtual do mercado de derivados do petróleo nos Estados Unidos e a primeira a adotar o modelo truste.

Todo esse avanço, em tão pouco tempo, criou uma certa inveja das demais empresas do mesmo ramo nos outros estados do país e até mesmo do próprio governo federal que adotou uma legislação rigorosa sobre a estatal comandada por Rockefeller.

Entretanto, essa reação de defesa tomada pelo EUA não deteve as aspirações do empreendedor. Pelo contrário, as firmes convicções de Rockefeller o levou a colocar sua fortuna a serviço de obras sociais.

Desde 1896, ele se dedicou à filantropia e fundou diversos órgãos, como a Universidade de Chicago (1891), o Instituto de Investigação Médica Rockefeller, em Nova Iorque (1901), o Conselho Geral de Educação (1902) e a Fundação Rockefeller (1913).

Sucessores da dinastia Rockefeller e suas atuações

O primeiro sucessor nesta dinastia foi o filho do comerciante que deu início a todo o negócio sustentado até hoje, o John D. Rokefeller Jr. (1874-1960).

Algumas das principais ações feitas pelo jovem ocorreu em  4 de janeiro de 1929, que foi a construção do Centro Rockefeller de Nova Iorque e a união deste com a que foi criada anteriormente por seu pai, dando lugar à organização filantrópica privada mais poderosa do mundo.

Além disso, financiou a construção de moradias sociais, o desenvolvimento da medicina, a conservação do patrimônio história e a criação artística.

Conquistas importantes da Fundação e como se encontra atualmente

Alguns êxitos marcaram a história da Fundação Rockefeller, como o desenvolvimento da vacina para prevenir a febre amarela, o apoio financeiro a programas educativos e a criação da Escola Johns Hokins, em Harvard.

Atualmente, a associação é presidida por Judith Rodin, que restruturou a organização, adaptando-a ao século XXI. A cada ano, destina cerca de 3,1 bilhões de dólares a subvenções, apoios e bolsas em educação, ciências e agricultura.


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