Conheça a história do Partido Social Democrático (PSD)

O partido foi concebido a partir de políticos dissidentes, encabeçados pelo então prefeito de São Paulo e Presidente Nacional do partido, Gilberto Kassab


No dia 27 de setembro de 2011, a Justiça Eleitoral autorizou o registro do PSD (Partido Social Democrático). A decisão foi lavrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois de votação que contou com seis votos a favor e um contra. A sigla cumpriu todos os requisitos mínimos para integrar o quadro partidário nacional, sendo a 28ª legenda cadastrada.

O partido foi concebido a partir de políticos dissidentes, encabeçados pelo então prefeito de São Paulo e Presidente Nacional do partido, Gilberto Kassab.

O ex-vice-governador de São Paulo Guilherme Afif Domingos, o Senador pelo Acre Sérgio Petecão, o governador de Santa Catarina Raimundo Colombo, o ex-governador e senador do Amazonas Omar Aziz, o ex-vice-governador da Paraíba Rômulo Gouveia e o deputado federal pelo Rio de Janeiro, Índio da Costa, também participaram do processo.

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Foto: reprodução/site PSD

A escolha do nome do partido, de acordo com os fundadores, foi uma forma de prestar homenagem ao ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, filiado ao homônimo Partido Social Democrático, que existiu entre 1945 e 1965.

O partido estreou nas eleições em 2012, após ter garantido pelo STF direito à cota do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda eleitoral gratuita condizentes com o tamanho da bancada na Câmara Federal. O partido foi o quarto a conseguir eleger prefeitos (497 cidades), ficando atrás apenas de PMDB, PSDB e PT.

Diretrizes do PSD

Entre as principais diretrizes que conduzem o partido, conheça as principais delas:

– O Partido Social Democrático tem posição clara na defesa das liberdades de expressão e opinião e ao direito do cidadão à informação. Somos, por convicção e princípio, contra qualquer tipo de censura, controle, restrição ou regulamentação da mídia.

– O PSD será também intransigente na condenação e denúncia pública da corrupção e dos malfeitos. Está ao lado da sociedade, do trabalhador, dos jovens, da família brasileira que exigem respeito ao dinheiro público e comportamento ético, coerência e honestidade de seus governantes e da classe política.

– O exercício da política tem de ser responsável, transparente, não comporta conluios, conchavos ou sombras.

– Defendemos a iniciativa e a propriedade privadas, a economia de mercado como o regime capaz de gerar riqueza e desenvolvimento, sem os quais não se erradica a pobreza. Acreditamos num estado forte, regulador, mas democrático e centrado nas suas prioridades sociais.

– Apoiamos as políticas sociais aos que mais precisam do amparo do estado, e a necessidade de abrir as portas de entrada do emprego digno para esses cidadãos. Devemos isso ao Brasil que quer e precisa se modernizar, se tornar mais ágil, se libertar das impossibilidades e oferecer, de verdade, igualdade de oportunidade aos que querem se profissionalizar, gerir seu próprio negócio e vencer na vida. O PSD contará com a experiência de algumas das mais importantes lideranças sindicais do Brasil para defender políticas de inclusão social e desenvolvimento trabalhista.

– O PSD não fará oposição pela oposição. Faremos política para ajudar o Brasil. Nossos adversários não são inimigos a eliminar, mas cidadãos com os quais vamos dialogar, sem violências ou radicalismos.

– Temos democracia, direitos, liberdade, conquistas e avanços sociais. Nossa Constituição está aí, em pleno funcionamento. Mas temos ainda enormes desigualdades sociais, fome e injustiças.


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