Dubai: a cidade dos mega projetos

Conheça Dubai, a cidade capital dos Emirados Árabes; confira as características econômicas do local


Dubai é uma cidade, mas antes disso, era uma pequena área de assentamento humano localizada às margens do Golfo Arábico. A região, que era sustentada pela pesca e pelo comércio de pedras preciosas, foi habitadas, inicialmente, pelos turcos, depois pelos mongóis, pelos portugueses e pelos ingleses.

Os britânicos permaneceram na região até 1971, quando a maioria dos reinos reuniu-se dando origem aos Emirados Árabes Unidos. A região, atualmente, é governada por Sheik Mohammed Bin Rashid Al Maktoum.

Atualmente…

Dubai: a cidade dos mega projetos

Foto: Pixabay

Nos dias atuais, Dubai se tornou a cidade que mais surpreende mundialmente por ter o maior crescimento desde os anos 90, mas também por realizar incríveis mega projetos. O centro urbano, capital dos negócios dos Emirados Árabes, conta com projetos impressionantes como o Hotel Burj Al Arab, que é o único sete estrelas do mundo inteiro; o The Palm, que é um arquipélago artificial que é visto do espaço, que contém, além de residências, locais para comércio e entretenimento; o The World, que conta com 300 ilhas artificiais; a pista coberta de esqui que, além disso, é a maior do mundo; entre outros. Dubai, inclusive, está construindo o maior prédio do mundo: o Burj Dubai, que contará com mais de 800 metros de altura.

Na cidade, encontra-se também a maior concentração populacional do país, e a economia está concentrada em atividades diferentes do restante dos emirados, não se baseando na exploração do petróleo e do gás natural – sendo destes, somente 7% da renda local.

O crescimento

A cidade teve um grande desenvolvimento graças ao dinheiro do petróleo, que começou a ser investido na construção de diversos e egigantescos parques industriais como o de investigação biotecnológica, de semicondutores e eletrônicos, petroquímica, minérios e metais, entre outros. Nesses, são aplicados um marco regulatório específico pró negócios, o que acaba favorecendo os investimentos, assim como a rápida instalação de novas empresas e um rápido retorno de 100% do capital investido.

O governo decidiu diversificar as atividades de uma economia baseada no comércio, mas dependente do petróleo, a uma orientada ao setor de serviços e ao turismo. Isso acabou fazendo com que as construções se tornassem mais rentáveis, o que fez com que, entre os anos de 2004 e 2006, houvesse um “boom” imobiliário.


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