Em qual era estamos vivendo: moderna ou contemporânea?

Mas afinal de contas, em que época estamos vivendo atualmente? Moderna ou contemporânea? Na verdade, nenhuma das duas


Ainda na escola, aprendemos sobre o período paleolítico, neolítico, colonial e contemporânea, que precede a conhecida por idade moderna.

O que marca a transição de uma era para outra são as mudanças de características que trouxeram algum tipo de consequência para a humanidade em todas as épocas seguintes.

Mas afinal de contas, em que época estamos vivendo atualmente? Seria na era moderna ou contemporânea?

Moderna ou Contemporânea?

Na verdade, nenhuma das duas. A era que nos encontramos atualmente pode ser chamada de pós-modernidade ou de pós-modernismo.

Em qual era estamos vivendo: moderna ou contemporânea?

Foto: depositphotos

Essa época teve início da década de 50, quando as mudanças ocorridas na sociedade, como arte, economia, ciência, entre outros afetaram o nosso cotidiano.

De início houve a “invasão” da tecnologia. Na Era da Informática os humanos lidam mais com símbolos do que com coisas. A tecnologia está programando cada vez mais o dia-a-dia nessa era pós-moderna.

Na era pós-moderna existe uma tendência muito grande dos indivíduos se isolarem do mundo e “viverem apenas” para e com às suas máquinas, perdendo a identidade própria e se afastando cada vez mais do mundo real.

Já na arte, ainda nos anos 50, o pós-modernismo começou a percorrer o mundo. Um trecho do livro de 1877 “O que é o pós-modernismo” de Jair Ferreira dos Santos descreve: “O homem moderno valorizou a Arte, a História, o Desenvolvimento, a Consciência Social para se salvar. Dando adeus a essas ilusões, o homem pós-moderno já sabe que não existe Céu nem sentido para a História, e assim se entrega ao presente e ao prazer, ao consumo e ao individualismo”.

Já na economia a fábrica suja e feia do templo moderno foi substituído pelo shopping mágico, luxuoso, com várias cores e luzes, um verdeiro templo de adoração do mundo pós-moderno, onde as pessoas são incentivadas cada vez mais a serem compulsivas e consumistas.


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