Conhecimento científico

As pessoas, atualmente, são dotadas de muitos tipos de conhecimento científico envolvendo desde as coisas mais simples que, muitas vezes, passam inclusive despercebidas até…


As pessoas, atualmente, são dotadas de muitos tipos de conhecimento científico envolvendo desde as coisas mais simples que, muitas vezes, passam inclusive despercebidas até coisas mais profundas que envolvem complexidade e estudo mais detalhado.

Conhecimento do senso comum

O conhecimento do senso comum é como chamamos aquele tipo de conhecimento que se estende a todos os indivíduos e vem, inclusive, sem que percebamos, como uma herança genética de geração em geração. Isso é usado diariamente mesmo que a gente não se dê conta, em atividades comuns como por exemplo o uso das ervas para confecção de chás e cura de doenças. Nós simplesmente confiamos, mesmo sem nos perguntar porque funcionam, apenas acreditando em tudo que ouvimos a respeito, principalmente dos mais velhos.

Conhecimento científico

Foto: Reprodução

Conhecimento científico

O conhecimento científico, no entanto, é aquele que é resultado de estudos e busca por conhecimento. Esse tipo de conhecimento surgiu da necessidade e do desejo que o ser humano tem em saber como as coisas funcionam, não aceitando-as de forma passiva e sem questionamentos. Com isso, foi possível ao ser humano entender os fenômenos naturais e intervir cada vez mais nos acontecimentos diários. Quando utilizado de forma correta, esse tipo de conhecimento traz muitos avanços para a humanidade. No entanto, quando for usado incorretamente, pode gerar catástrofes. Como exemplo de aplicação desse conhecimento, citamos a descoberta da cura de doenças que destroem milhares de vida. Mas quando usadas de forma errada, podem, com o mesmo conhecimento, criar uma arma de destruição em massa.

Terminologia

Chamamos de terminologia o código que os detentores do conhecimento usam para que o conhecimento científico possa se tornar socializado e, consequentemente, apesar de serem formas distintas de conhecimento, uma acaba por sustentar a outra. Além disso, com a vivência acaba surgindo a curiosidade e dúvida que é o que leva a novas experimentações e novos conhecimentos – tornando-o científico ou não.

Por exemplo, para que você entenda melhor, vamos citar e caracterizar o aposematismo. A ideia consiste na adaptação consciente ou inconsciente do ser humano às condições ambientais, ou seja, é o processo pelo qual as espécies e indivíduos de cada espécie passam para aprender a viver em determinado ambiente. Isso gera a adaptação evolutiva que envolve ainda a seleção natural.

O aquecimento global, por exemplo, atualmente, é um problema que está em pauta constante. Devido a intervenção do homem nos processos e recursos naturais do planeta, o problema tem se agravado – sendo que a responsabilidade do homem nas mudanças climáticas atuais é de 90%, segundo o IPCC -. Há como consequências o aumento do nível do mar devido ao derretimento das geleiras, intensificação de ciclones, escassez de alimentos e água potável, além da mudança de ambientes – a floresta amazônica, por exemplo, com o aumento da temperatura, acabará se tornando uma savana.

O conhecimento científico acima expresso derivou-se de muitos estudos e, tendo visto que a natureza se comportava de maneira diferente com o passar dos anos, acabaram por culminar o conhecimento científico. Tem se tornado, a partir disso, como uma coisa essencial, tratar a causa e as consequências desses problemas na vida dos seres humanos. Isso vem sendo ensinado, inclusive, nas escolas, pois assim torna o conhecimento científico em comum, conseguindo dessa forma conscientizar melhor a população.


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